A Iniciativa da vereadora Franciele Padilha (Republicanos) busca fortalecer a rede de atenção psicossocial e promover a inclusão social de pessoas com transtornos mentais
A vereadora Franciele Padilha (Republicanos) apresentou na sessão ordinários nº 262 da Câmara Municipal de Itanhangá o Projeto de Lei nº 30/2025, que institui o Serviço de Convivência em Saúde Mental como uma nova ação integrante da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) no município. A proposta tem como objetivo oferecer espaços terapêuticos, atividades de integração social e oportunidades de geração de renda para pessoas em sofrimento psíquico ou com transtornos mentais.
Acolhimento e integração social
Segundo o texto do projeto, o serviço deverá funcionar como um espaço de convivência e acolhimento, destinado a promover o bem-estar, a autonomia e a inserção social dos usuários. O programa prevê a realização de oficinas terapêuticas e culturais, como artesanato, música, teatro, dança e atividades físicas, voltadas à promoção da cidadania e da qualidade de vida.
Além das atividades expressivas, o projeto também propõe o desenvolvimento de oficinas de geração de renda, com incentivo à comercialização e à exposição dos produtos elaborados pelos participantes. A intenção é estimular a autonomia e a inclusão produtiva das pessoas atendidas, em parceria com a sociedade civil e o comércio local.
Fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial
De acordo com a vereadora Franciele Padilha, o Serviço de Convivência em Saúde Mental será uma ferramenta essencial para reforçar o trabalho da RAPS em Itanhangá, articulando ações com as Secretarias de Saúde, Educação, Assistência Social, Cultura e Trabalho. A proposta também prevê a capacitação de profissionais que atuam com pessoas em sofrimento psíquico e o estabelecimento de parcerias com escolas e organizações não governamentais.
“O projeto nasce com o propósito de incluir, acolher e valorizar a vida. Queremos evitar o isolamento e oferecer a cada pessoa a chance de se sentir parte de algo, de desenvolver suas habilidades, criar laços e reencontrar sua autonomia”, ressaltou a vereadora.
“O projeto tem como foco a inclusão social, a valorização da vida e a prevenção do isolamento e do suicídio. Queremos garantir que essas pessoas tenham acesso a um espaço acolhedor, onde possam desenvolver habilidades, fortalecer vínculos e resgatar sua autonomia”, destacou a vereadora.
Monitoramento e divulgação
O projeto determina ainda que o serviço tenha avaliação e acompanhamento contínuos, para assegurar a qualidade e a eficácia das ações. Também prevê campanhas de divulgação para informar a população sobre os serviços disponíveis e incentivar a participação da comunidade.
O projeto foi aprovado pelo plenário da Câmara Municipal, o Projeto de Lei nº 30/2025 entrará em vigor na data de sua publicação.
Projeto propõe criação de Serviço de Convivência em Saúde Mental em Itanhangá
A Iniciativa da vereadora Franciele Padilha (Republicanos) busca fortalecer a rede de atenção psicossocial e promover a inclusão social de pessoas com transtornos mentais
A vereadora Franciele Padilha (Republicanos) apresentou na sessão ordinários nº 262 da Câmara Municipal de Itanhangá o Projeto de Lei nº 30/2025, que institui o Serviço de Convivência em Saúde Mental como uma nova ação integrante da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) no município. A proposta tem como objetivo oferecer espaços terapêuticos, atividades de integração social e oportunidades de geração de renda para pessoas em sofrimento psíquico ou com transtornos mentais.
Acolhimento e integração social
Segundo o texto do projeto, o serviço deverá funcionar como um espaço de convivência e acolhimento, destinado a promover o bem-estar, a autonomia e a inserção social dos usuários. O programa prevê a realização de oficinas terapêuticas e culturais, como artesanato, música, teatro, dança e atividades físicas, voltadas à promoção da cidadania e da qualidade de vida.
Além das atividades expressivas, o projeto também propõe o desenvolvimento de oficinas de geração de renda, com incentivo à comercialização e à exposição dos produtos elaborados pelos participantes. A intenção é estimular a autonomia e a inclusão produtiva das pessoas atendidas, em parceria com a sociedade civil e o comércio local.
Fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial
De acordo com a vereadora Franciele Padilha, o Serviço de Convivência em Saúde Mental será uma ferramenta essencial para reforçar o trabalho da RAPS em Itanhangá, articulando ações com as Secretarias de Saúde, Educação, Assistência Social, Cultura e Trabalho. A proposta também prevê a capacitação de profissionais que atuam com pessoas em sofrimento psíquico e o estabelecimento de parcerias com escolas e organizações não governamentais.
“O projeto nasce com o propósito de incluir, acolher e valorizar a vida. Queremos evitar o isolamento e oferecer a cada pessoa a chance de se sentir parte de algo, de desenvolver suas habilidades, criar laços e reencontrar sua autonomia”, ressaltou a vereadora.
“O projeto tem como foco a inclusão social, a valorização da vida e a prevenção do isolamento e do suicídio. Queremos garantir que essas pessoas tenham acesso a um espaço acolhedor, onde possam desenvolver habilidades, fortalecer vínculos e resgatar sua autonomia”, destacou a vereadora.
Monitoramento e divulgação
O projeto determina ainda que o serviço tenha avaliação e acompanhamento contínuos, para assegurar a qualidade e a eficácia das ações. Também prevê campanhas de divulgação para informar a população sobre os serviços disponíveis e incentivar a participação da comunidade.
O projeto foi aprovado pelo plenário da Câmara Municipal, o Projeto de Lei nº 30/2025 entrará em vigor na data de sua publicação.
Na integra voce confere a redação original do projeto da vereadora Franciele Padilha.




Redação srpnews.com.br – jornalista Sebastião Rodrigues contato 66 984 15 20 42
