Uma mulher de 40 anos foi vítima de agressão na madrugada deste domingo (15), no bairro Vila Santa Maria, em Rondonópolis (MT). O principal suspeito é o próprio namorado da vítima, identificado como Thiago Gonçalves de Oliveira, também de 40 anos, que deixou o local após o ocorrido e ainda não foi localizado.
De acordo com informações registradas no boletim de ocorrência, a agressão ocorreu dentro do veículo da vítima. Ela sofreu ferimentos no rosto depois que teve a cabeça pressionada contra o volante, o que provocou sangramento no nariz.
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Abordagem começou na região central
Conforme o relato feito à polícia, a mulher estava em um bar na região central da cidade quando o suspeito passou a insistir para que ambos fossem até um motel ou à residência da mãe dele. Diante da recusa, a vítima decidiu deixar o estabelecimento e se dirigiu ao estacionamento onde o carro estava parado.
No local, segundo a denúncia, o homem a segurou à força e chegou a levantar parte da roupa dela, expondo seu corpo. Um policial militar que transitava pela área percebeu a movimentação e se aproximou para verificar a situação. Questionado pelo agente, o suspeito teria afirmado que não havia nenhum problema. Como não foram constatados indícios imediatos de violência naquele momento, o policial deixou o local.
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Agressão ocorreu dentro do veículo
Ainda segundo o registro, a mulher entrou no carro com a intenção de ir embora, mas o investigado ocupou o banco do passageiro. Já dentro do veículo, ele a teria imobilizado e, em seguida, batido o rosto dela contra o volante.
A agressão resultou em lesões visíveis e marcou o desfecho da ocorrência naquela madrugada. Após o ataque, o suspeito saiu do carro, bateu a porta e fugiu antes que qualquer apoio policial chegasse.
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Pedido de medida protetiva
Depois dos fatos, o homem não foi mais encontrado. Informações repassadas às autoridades indicam que ele reside em Cuiabá.
A vítima solicitou medida protetiva de urgência, prevista na Lei Maria da Penha, mecanismo legal destinado à proteção de mulheres em situação de violência doméstica e familiar.
O caso passou a ser investigado pela Polícia Civil, que deverá ouvir testemunhas e reunir elementos para esclarecer a dinâmica da ocorrência. Diligências estão em andamento para localizar o suspeito.
A polícia orienta que informações que possam contribuir com a investigação sejam repassadas às forças de segurança.
Fonte jornal a tribuna de Rondonoplois
