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Abílio tem 35% de ótimo e bom; 39% consideram regular, com saúde e educação puxando os descontentes


Da Editoria

O Instituto IDOC, ligado ao Portal O Documento e TV Cuiabá, identificou os primeiros sinais de “ruídos” preocupantes à administração liderada pelo atual prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL). Prestes a entrar no 11º mês de mandato, o chefe do Executivo concentra sua maior aprovação popular nos eleitores das classes sociais mais elevadas, além dos evangélicos “fundamentalistas”.

A maior parte dos entrevistados pelo IDOC vê o governo de Abílio como regular, com 39% das citações. O grau de satisfação positivo, ótimo e bom, está nivelado na casa de 35%. Aproximados 20% dos cuiabanos visualizaram o governo de Bruinini como ruim ou péssimo.

Para identificar com mais clareza o humor dos pesquisados, o IDOC estratificou os pontos críticos da municipalidade. Três áreas estratégicas da administração seguram o engajamento positivo ao novo comandante do Palácio Alencastro.

Entre os entrevistados, 37% apontaram a saúde pública como o principal problema da Capital. Neste quesito, a maioria enxerga o atendimento precário nos postos de saúde ou UPAS, além da falta de enfermeiros, médicos e medicamentos na rede municipal como o “calcanhar de Aquiles” da gestão em curso.

Já 21% dos entrevistados criticaram a qualidade da educação pública ofertada em Cuiabá. Na percepção deles, as escolas e creches estão abandonadas. Outra preocupação acentuada dos pesquisados recaiu na eventual possibilidade do prefeito “privatizar” a educação pública.

O terceiro pilar que gerou insatisfação popular significativa é a frágil malha viária do município. Buracos, terrenos baldios e ruas escuras gritam aos olhos dos munícipes, principalmente na periferia da região urbana.

“Percebemos uma transição preocupante do polo positivo (ótimo e bom) ao campo neutro (regular) no grau de satisfação avaliado pela sociedade cuiabana. Se não ocorrer um reposicionamento de imagem do prefeito (Abílio), em pouco tempo, o extremo negativo da gestão (ruim ou péssimo) pode aumentar significativamente”, explicou o diretor do IDOC, Maksuês Leite.  

Por outro lado, a boa notícia é que Abílio mantém fiel e intacta sua base de apoio formada por seguidores da extrema direita, em especial, os eleitores fiéis ao ex-presidente, Jair Bolsonaro (PL). “As pessoas ricas e os evangélicos mais tradicionais, chamados de ‘bolsonaristas’ raiz, formam uma bolha protetora ao governo do Abílio. Esse público, cerca de 35% dos entrevistados, vão com Brunini até o final. É o que chamamos de votos cristalizados, que dificilmente vão mudar de opinião”, asseverou Leite.  

Metodologia

Instituto IDOC ouviu 600 pessoas de forma presencial entre os dias 11, 12, 13, 14 e 15 de outubro nas cinco regiões da Capital. A pesquisa tem margem de erro de 4% para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%.   



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