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não fui criado com dinheiro da corrupção


Conteúdo/ODOC – O secretário-chefe da Casa Civil de Mato Grosso, Fábio Garcia (União Brasil), respondeu duramente às críticas feitas pela deputada estadual Janaína Riva (MDB), em vídeo publicado na noite de quarta-feira (30). Na gravação, Garcia chamou a parlamentar de racista e disse estar “preparado” para um confronto político com ela. A acusação de racismo foi motivada por uma fala da deputada durante sessão da Assembleia Legislativa, em que usou a expressão “suas nega”. Em publicação nas redes sociais nesta quinta-feira (1º), Janaína reconheceu o erro, pediu desculpas e solicitou a retirada do trecho das notas taquigráficas da ALMT.

A tensão entre os dois cresceu após a deputada acusar Garcia de não liberar suas emendas parlamentares. O secretário negou que tenha vetado qualquer pagamento e reforçou que a liberação segue regras legais. “Não é a senhora que vai me obrigar a pagar suas emendas. A lei já obriga o Executivo a pagar as emendas impositivas, como tem sido feito”, afirmou. Garcia ainda alfinetou a parlamentar, ao sugerir que, por estar em posição de oposição ao governo Mauro Mendes, suas emendas podem ser liberadas com mais lentidão — assim como acontece, segundo ele, com deputados federais que não apoiam o governo Lula.

O chefe da Casa Civil foi além e provocou Janaína sobre sua influência na Secretaria de Agricultura Familiar, alvo da Operação Suzerano, que investiga desvio de R$ 28 milhões em recursos oriundos de emendas parlamentares. O então secretário da pasta, Luluca Ribeiro, indicado por Janaína, foi afastado pela Justiça. “Aproveita e esclarece pra sociedade que tipo de política você buscava fazer com suas emendas e indicações na Secretaria”, desafiou Garcia. Ele ainda ironizou o histórico da família Riva, afirmando: “Eu não fui criado com dinheiro da corrupção”.

Garcia também aproveitou para corrigir uma fala sua, após se declarar o deputado federal mais votado de Mato Grosso em 2022. Janaína rebateu, lembrando que a ex-deputada Rosa Neide (PT) teve mais votos, mas não se elegeu por conta do coeficiente eleitoral. “Fui proporcionalmente mais votada do que ele”, destacou a deputada estadual, que obteve mais de 82 mil votos naquele pleito. Janaína ainda criticou a suposta seletividade na condenação de discursos, mencionando o governador Mauro Mendes, que, segundo ela, também teria usado termos considerados racistas. “Não vi a mesma indignação quando o governador usou o termo ‘caboclo’”, completou.





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