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“Sem erros políticos, Brasil será potência do agro mundial”, afirma presidente da Farsul

Brasil precisa entender seu papel, diz Gedeão Pereira

Presidente do Sistema Farsul defende protagonismo do agronegócio brasileiro e critica tentativas de retrocesso em política econômica. Evento debateu rumos do setor no RS e no mundo.

Durante o seminário Campo das Ideias, realizado nesta quinta-feira (11/09) em Porto Alegre (RS), o presidente do Sistema Farsul, Gedeão Pereira, destacou o papel estratégico do Brasil no cenário global de segurança alimentar. Em sua fala no painel de abertura, Pereira alertou para o crescimento acelerado de países asiáticos e o impacto direto desse avanço na demanda por alimentos. “A diferença hoje é que não são mais crianças, mas adultos entrando na sociedade de consumo. E isso exige mais produção. Aí está o Brasil”, afirmou.

Promovido pelo Senar-RS, o seminário Campo das Ideias reuniu especialistas, pesquisadores e lideranças do setor para discutir os principais desafios e oportunidades do agronegócio. O evento ocorreu no Teatro do Bourbon Country e teve inscrição gratuita, com painéis ao longo do dia sobre economia, geopolítica, sustentabilidade e inovação no agro.

Gedeão Pereira citou o exemplo da Indonésia, país com 270 milhões de habitantes e crescimento econômico em torno de 4% a 5%, semelhante ao que a China registrava antes de se tornar potência mundial. “Esse movimento pressiona o mercado por mais alimentos, energia e insumos. O Brasil está exatamente onde deveria estar: como fornecedor estratégico de proteína e grãos”, declarou.

O presidente da Farsul também aproveitou o espaço para criticar decisões políticas que, segundo ele, podem comprometer esse protagonismo. “O Brasil não pode fazer as coisas erradas. E está tentando fazer. Isso é lastimável. Se acertarmos, temos um grande país à frente, especialmente no nosso setor, que é altamente promissor — inclusive no curto prazo”, advertiu.

Pereira ainda mencionou os efeitos das tarifas impostas pelos Estados Unidos durante a gestão de Donald Trump e como o agronegócio brasileiro conseguiu se adaptar rapidamente. “O agro reagiu, ajustou algumas rotas e seguiu crescendo. Porque no fim das contas, as pessoas precisam tomar café da manhã, almoçar e jantar todos os dias. E aí está o Brasil”, completou.

“O Brasil precisa entender seu papel. Temos o que o mundo precisa, mas não podemos errar o rumo com medidas equivocadas. O agro está pronto, mas depende de políticas públicas sérias”, concluiu.

Agrolink – Aline Merladete
Publicado em 11/09/2025 às 14:03h

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