Tocantins registra recuo para vaca e novilha
O mercado do boi gordo encerrou a semana com estabilidade em São Paulo, após quatro dias consecutivos de queda nas cotações. A avaliação faz parte da edição desta sexta-feira (3) do informativo “Tem Boi na Linha”, publicado pela Scot Consultoria.
Segundo a análise, o mercado esteve pressionado ao longo dos últimos dias. Mesmo com a resistência dos pecuaristas em negociar e sem excesso de oferta de animais, o baixo volume de negócios manteve o ambiente favorável às quedas nos preços.
Na comparação com o fechamento da semana anterior, a arroba do boi gordo e do chamado “boi China” acumulou recuo de 2,6%. Já as cotações da vaca e da novilha caíram 1,9% e 1,2%, respectivamente.
Apesar desse movimento, na sexta-feira as cotações permaneceram inalteradas em relação ao dia anterior, interrompendo a sequência de desvalorizações observada durante a semana.
As escalas de abate nos frigoríficos paulistas atendiam, em média, a sete dias. Conforme a Scot Consultoria, a expectativa era de que o pagamento dos salários contribuísse para estimular o consumo de carne bovina, o que poderia favorecer uma reação do mercado, embora sem perspectivas de mudanças expressivas no curto prazo.
No Tocantins, o cenário foi de demanda mais fraca e oferta estável, pressionando parte das cotações. Na região Sul do estado, a arroba da vaca recuou R$ 3,00, enquanto os preços do boi gordo e da novilha permaneceram estáveis.
Já na região Norte, a novilha registrou queda de R$ 3,00 por arroba, sem alterações para o boi gordo e a vaca.
O informativo também aponta que a cotação da arroba do “boi China” caiu R$ 5,00 no estado. O ágio permaneceu em R$ 3,00 por arroba na região Sul e em R$ 5,00 na região Norte. As escalas de abate atendiam entre seis e oito dias.
Em Santa Catarina, o mercado seguiu sem alterações nas cotações ao longo do período analisado. As escalas de abate atendiam, em média, entre oito e dez dias, de acordo com a Scot Consultoria.
Agrolink – Seane Lennon
Publicado em 03/07/2026 às 17:38h.
