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Soja: Consultoria vê venda gradual como melhor saída

A ausência de novos negócios estimulou liquidação de contratos em Chicago

soja voltou a operar em ambiente de acomodação, refletindo um mercado ainda dividido entre a pressão da oferta global e a permanência de riscos climáticos nos Estados Unidos. Segundo análise da TF Agroeconômica, a frustração diplomática entre Estados Unidos e China pesou sobre as cotações, após o encontro entre Donald Trump e Xi Jinping terminar sem anúncios concretos de compras chinesas de soja americana.

A ausência de novos negócios estimulou liquidação de contratos em Chicago e reforçou o peso dos fundamentos baixistas. As exportações dos Estados Unidos seguem enfraquecidas, com vendas semanais de 102,1 mil toneladas da safra 2025/26, volume 28% menor que o da semana anterior e 60% abaixo da média das últimas quatro semanas. No acumulado do ano comercial, as vendas americanas estão 18,5% inferiores às registradas no mesmo período do ano passado.

Outro fator de pressão é a continuidade da preferência chinesa pela soja brasileira, o que limita o espaço para uma recuperação mais consistente dos preços nos Estados Unidos. A ampla oferta sul-americana também pesa sobre o mercado. A Bolsa de Rosário elevou a estimativa da produção argentina de 48 milhões para 50 milhões de toneladas, enquanto a Conab revisou a safra brasileira para 180,13 milhões de toneladas e projetou exportações de 116 milhões de toneladas.

Nos Estados Unidos, as chuvas previstas para o Meio-Oeste podem melhorar a umidade dos solos e reduzir parte do risco climático no início da safra, embora também possam atrasar parcialmente o plantio. Ao mesmo tempo, o USDA elevou de 27% para 28% a área de soja em condições de seca, acima dos 17% observados no mesmo período do ano passado, com piora mais evidente nas Grandes Planícies.

Entre os fatores de suporte, aparecem a venda diária de 252 mil toneladas de soja americana para destinos não revelados e os estoques menores de óleo de soja divulgados pela NOPA. Ainda assim, a recomendação é de cautela, com vendas graduais em momentos de repique de Chicago e do dólar, priorizando proteção de margem. Para a safra 2026/27, a orientação é manter estratégia escalonada e observar a volatilidade climática entre junho e agosto.

Agrolink – Leonardo Gottems
Publicado em 18/05/2026 às 07:02h.

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