O Brasil ocupa a sétima posição no levantamento apresentado
O avanço populacional das grandes economias e dos mercados emergentes ajuda a indicar onde podem surgir novas frentes de consumo, investimento e expansão empresarial nas próximas décadas. Segundo Adriano Leite, sócio-fundador e CEO da Ibnapratica, observar a distribuição da população mundial permite enxergar não apenas a dimensão dos países, mas também oportunidades ligadas ao crescimento econômico e aos negócios.
A Índia aparece como o país mais populoso do mundo, com aproximadamente 1,47 bilhão de habitantes, à frente da China, que reúne cerca de 1,41 bilhão. Na sequência estão Estados Unidos, com 349 milhões, Indonésia, com 287 milhões, Paquistão, com 259 milhões, e Nigéria, com 242 milhões.
O Brasil ocupa a sétima posição no levantamento apresentado, com aproximadamente 213 milhões de habitantes. Bangladesh, com 177 milhões, e Rússia, com 143 milhões, também aparecem entre os países de maior população.
Para Leite, esses números ajudam a compreender a relevância da demografia para a estratégia empresarial. Uma população maior pode representar um mercado consumidor mais amplo, além de elevar a demanda por infraestrutura, crédito, serviços financeiros e tecnologia. Esse cenário também pode favorecer o surgimento de novos negócios e oportunidades de investimento.
A análise, porém, destaca que o tamanho da população não é suficiente para gerar riqueza. O aproveitamento da escala demográfica depende de fatores como produtividade, educação, infraestrutura, inovação e acesso ao capital.
Nesse contexto, acompanhar onde a população cresce ganha importância para empreendedores, investidores e lideranças empresariais. A capacidade de transformar pessoas em produtividade, consumo, inovação e prosperidade tende a ser determinante para definir quais países terão maior influência sobre a economia mundial nas próximas décadas.
Agrolink – Leonardo Gottems
Publicado em 15/09/2026 às 06:38h.
