O especialista destaca que a construção de um solo saudável depende de integração
A busca por sistemas agrícolas mais eficientes e sustentáveis tem ampliado a atenção à saúde do solo, considerada essencial para o desenvolvimento das culturas. Além de sustentar as plantas, o solo participa de processos ligados à disponibilidade de nutrientes, retenção de água e atividade biológica.
Nesse cenário, os bioestimulantes ganham espaço como ferramentas para aumentar a produtividade e a resiliência das lavouras. Segundo Samir Geraigire Filho, gerente técnico regional Latam Sul, produtos à base da alga marinha Ascophyllum nodosum podem favorecer o desenvolvimento das raízes, a absorção de nutrientes e a tolerância das plantas a diferentes condições de estresse.
“Quando falamos em produtividade sustentável, é importante entender que a base de tudo está na saúde do solo. Um solo equilibrado e biologicamente ativo favorece o desenvolvimento das plantas desde os estágios iniciais, melhora o aproveitamento de nutrientes e cria as condições necessárias para que as culturas expressem todo o seu potencial produtivo”, destaca.
O especialista destaca que a construção de um solo saudável depende de práticas integradas e contínuas. Além da correção química e da adubação, o manejo deve estimular a atividade biológica e o crescimento do sistema radicular. Raízes mais robustas ampliam a exploração do perfil do solo e melhoram o aproveitamento de água e nutrientes.
Para a Acadian, o uso de bioestimulantes também contribui para sistemas produtivos mais resilientes. Solos equilibrados podem apresentar maior estabilidade ao longo das safras e ajudar a reduzir impactos provocados por condições climáticas adversas.
“A combinação entre manejo adequado e tecnologias bioestimulantes permite construir sistemas produtivos mais resilientes, preparados para enfrentar os desafios climáticos e manter altos níveis de produtividade ao longo do tempo”, conclui Samir Filho.
Agrolink – Leonardo Gottems
Publicado em 20/08/2026 às 02:59h.
